Quartas, às 24h, na TV Brasil
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Natália Lage entrevista o documentarista, roteirista, diretor e montador Pedro Asbeg.
Programa - 026/922 - 09-12-15
REVISTA - Enquanto o Sangue Coloria a Noite Eu Olhava as Estrelas

Enquanto o Sangue Coloria a Noite Eu Olhava as Estrelas, bem dirigido e roteirizado por Felipe Arrojo Poroger, o filme conta a história do filho caçula de uma família de tradição militar, alvo de gozações em seu novo colégio. Aquelas que são tidas como simples brincadeiras tornam-se, pouco a pouco, gestos de crescente violência.

No curta, dois adolescentes agridem física e moralmente um outro da mesma escola; este outro, um típico “sofredor de bullyng”: Cabelos longos, magro, tímido, sem amigos, calado e donzelo. As investidas sobre o jovem eram justamente sobre esta sua última característica, ou seja, tirar o seu cabaço. Por isso o apelidaram como “Buceta” por nunca ter tocado em uma. Com o passar do bullyng cada dia mais agressivo deixando o cabeludo rapaz repleto de marcas no rosto, os bulinadores resolvem dar o golpe final no bulinado, chamando a garota que tirara todos os cabaços da escola para filmarem a primeira vez do Buceta. Ele, o Buceta, tem uma reação atípica na hora que a garota promíscua se aproxima. Diante da sua atitude temos uma vaga percepção do porque daquilo acontecera. Paralelo ao inferno de sua vida no colégio o filme flerta com cenas do Buceta em sua vida familiar com seu outro irmão e seu pai, este último um ex-capitão da polícia civil de São Paulo e que agora se encontra em estado semivegetativo vivendo em uma cadeira de rodas, porém não perdendo o seu orgulho de vestir sua farda cheia de estrelas de condecoramento após um banho dado por uma enfermeira.


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