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Natália Lage entrevista o documentarista, roteirista, diretor e montador Pedro Asbeg.
Programa - 006/902 - 18-07-15
REVISTA - Branco Sai Preto Fica

Branco Sai Preto Fica, de Adirley Queiróz conta a história de dois amigos da Ceilândia, um amputado de uma perna, e o outro, paraplégico, após o truculento ataque policial em uma festa na periferia.

O filme conta a história de um episódio que ainda está na memória da maioria dos moradores de Ceilândia, periferia de Brasília. No dia 5 de março de 1986, a polícia invadiu o baile Black do Quarentão, em um centro cultural da comunidade local, e ordenou: "Quem é branco sai. Preto fica!". O rapper Marquim do Tropa e o jovem Shockito estavam entre os que tiveram que ficar. O primeiro tomou um tiro e, até hoje, tem de se locomover em uma cadeira de rodas. O segundo foi pisoteado pela cavalaria da polícia e perdeu uma perna.

No filme, que se passa nos dias de hoje em um mundo ficcional criado por Adirley, os dois fazem os papéis deles mesmos, vivendo isolados em uma periferia sitiada, onde os negros são proibidos de ir para o centro de Brasília. Por isso têm de falsificar passaportes para ter acesso à capital do país, que é governada por brancos.

Branco Sai Preto Fica levou nada menos que 11 prêmios durante o 47º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e teve forte participação em diversos festivais do país, incluindo o I Fronteira – Festival Internacional do Filme e Documentário Experimental, no qual teve sua exibição no Cine Cultura em 2014 e levou o Prêmio Especial do Júri.


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