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Natália Lage entrevista o documentarista, roteirista, diretor e montador Pedro Asbeg.
Programa - 029/873 - 28-12-13
REVISTA - O Novo Cinema Brasileiro Nos Festivais de 2013

Já não é novidade para ninguém que o cinema brasileiro está crescendo, assim como vem aumentando o números de cineastas e de produtores. Talvez sua qualidade pudesse ser questionada a princípio. Mas em 2013, o que se pôde observar nos mais diversos e importantes festivais de cinema brasileiro como o Festival do Rio, Gramado, Brasília e mesmo os festivais produzidos no exterior como o de Miami e mostras como a de Tiradentes e a Mostra do Filme Lirvre, foi a excelência do novo.

Hilton Lacerda, já experiente roteirista, ousou no seu primeiro longa, Tatuagem, e foi aclamado em Gramado, levando os prêmios de melhor filme e melhor ator para Irandir Santos, o filme levou ainda o prêmio de melhor filme pelo voto popular no Festival do Rio. Gramado deu ainda premiou como Melhor Direção a dupla de diretores de A Bruta Flor Do Querer, Andradina Azevedo e Dida Andrade, que impuseram um estilo metalinguístico, tanto do ponto de vista do cinema quanto da própria experiência pessoal dos diretores.

No Festival do Rio, destacou-se uma outra dupla, ou melhor, dois filmes foram aclamados como os Melhores do Festival neste Ano: O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra e De Meno, de Caru Alves Souza. Foram suas primeiras direções e conseguiram destaque merecido num dos mais concorridos festivais do país. Outro iniciante a ser reconhecido como Melhor Diretor foi o também Iniciante Michael Warhmann, que com o seu Avante Popolo, fez uma bela homenagem ao cineasta Carlos Reichenbach, que levou o prêmio de melhor ator coadjuvante. Brasília destacou ainda o cinema indigenista, Tiago Campos com seu documentário O Mestre e o Divino, levou diversos prêmios inclusive o de Melhor Direção e Melhor Montagem em Brasília.

Em Miami o grande vencedor também foi um iniciante nos longas metragens, André Pellenz com o filme Minha Mãe é uma Peça, levou o prêmio de Melhor Filme em terras estrangeiras.

Podemos perceber na verdade, que não apenas o cinema brasileiro vem crescendo, mas os festivais e a crítica vêm crescendo junto, estar aberto ao novo é uma característica nossa, do brasileiro, não por acaso o cinema novo, continua referência para todos, mas teve seu tempo e cada vez mais vem dando lugar aos novíssimos.

O ano foi do novo e ano novo será de mais e melhores, 2014 promete e o Revista do Cinema Brasileiro estará lá!


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